AVISO...

Olá Pessoal!

Já avisei na Página do Facebook e decidi avisar no blogue também.

Na página Livros têm os links onde poderão comprar o livro "A Escola do Terror".


Aviso mais uma vez que tem alterações ao que está no blogue!


Obrigada.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

O Macabro Parque de Diversões

Olá, Pessoal!
Aqui está o meu texto para o Desafio de Outubro.
Espero que gostem!

Informações:
- Desafio de Outubro.
- Sinopse: Três amigos decidem numa noite de Halloween visitar um macabro parque de diversões que apenas abria nesses dias especiais. Tudo o que parecia apenas uma diversão, depressa torna-se em algo mais sério que é capaz de tirar a vida aos que ousarem pisar num chão de terror onde o perigo é constante.


Três amigos aproveitaram o dia 31 de Outubro para irem a um parque de diversões. O parque era conhecido por ser macabro e só abria às Sextas-Feiras, dias 13 e nos dias 31 de Outubro. Naquele ano de Halloween, os três amigos universitários decidiram passar um início de noite no parque. 
Eduardo, o mais destemido dos amigos, era o condutor. 
Anita gostava do Halloween, mas tinha um certo receio quanto a receber sustos. Estava sentada no lugar do pendura e mostrava-se sem medo (embora no seu interior ela se sentisse medrosa). 
Maria Luísa era a mais tímida dos três. Sentou-se num dos dois lugares atrás e encolhia-se contra o vidro do carro.
Maria foi a primeira a avistar a abertura do parque. Assustou-se quando leu o grande cartaz à entrada que dizia : "Bem Vindos ao Macabro Parque de Diversões onde os Pesadelos são Reais".
- Que horror! - Exclamou ela, colocando uma mão no rosto.
O Eduardo riu-se com gosto, enquanto a Anita repetiu-lhe a atitude, porém mais recatada. 
Nada mais falaram até pararem o carro no grande parque de estacionamento. O curioso (ou não) é que não havia nenhum carro estacionado, mas ouvia-se gente no parque. Teriam vindo a pé?
- Ai Meu Deus! - A Maria Luísa mostrava ser a mais medrosa, enquanto saía do automóvel e seguia a passos lentos para a entrada do macabro parque de diversões.
- Toma a chave do carro, Maria. Eu sou capaz de perdê-la. - Disse o Eduardo à amiga. A jovem guardou a chave no bolso das calças, com timidez.
Quando vão a entrar, um homem vestido de monstro aparece repentinamente à frente dos três amigos, o que faz Maria Luísa gritar de pânico.
- A partir daqui só sairão quando quisermos.
Os três amigos olharam uns para os outros. Não tinham entendido o que o "monstro" queria dizer até que, no segundo seguinte, ouvem um estrondo. O carro tinha explodido atrás deles e só restava pedaços de metal.
Só longos segundos depois, o Eduardo perdeu o olhar de choque e perguntou ao "monstro":
- O carro não foi realmente destruído, certo?!
O homem vestido de monstro só encolheu os ombros e afastou-se deles. Os três amigos começaram a sua caminhada não acreditando que era o carro deles que tinha explodido.
Havia vários jogos e partidas, entre eles o "Espaço dos Lobos", "O Escorrega da Morte" e a "Montanha Russa Macabra".
O Eduardo foi o primeiro a tomar a iniciativa.
- O que acham de começarmos pelos lobos?
A Maria Luísa estremeceu, a Anita fez de tudo para não parecer medrosa.
- Ainda podemos ir embora. - Sugeriu a Maria.
- Não sei se sabes, mas o nosso carro explodiu. Pelo menos foi o que vimos. - Disse o Eduardo, contendo o riso. Ele não acreditou que o automóvel tinha mesmo explodido.
Foi o rapaz que as encaminhou para dentro do "Espaço dos Lobos". Depressa os três amigos separaram-se devido ao grupo de pessoas que estava dentro da atividade. Só conseguiriam ver-se novamente quando saíssem do "Espaço dos Lobos".
A Maria Luísa foi a primeira a sair. Não conseguiu parar de tremer enquanto via lobos (que pareciam reais) passarem perto dela a correr.
O Eduardo aproximou-se da amiga alguns minutos depois.
- Não é um jogo muito bonito. Pareciam cães a correr até nós. Vamos visitar outro. - Disse ele, agarrando o braço da amiga.
- E a Anita?
- Ela já vem ter connosco.
A tímida foi literalmente arrastada pelo braço.
Os dois amigos chegaram à entrada do jogo "O Escorrega da Morte". Esse escorrega e a "Montanha Russa Macabra" eram duas atividades perto uma da outra. As pessoas sairiam do escorrega já dentro do jogo da Montanha Russa. Tudo para quem gostava de velocidade!
- Fixe! - Exclamou o Eduardo, parando perto de um escorrega.
Uma placa ao lado dizia: "Cuidado! Podem escorregar para a vossa morte". A Maria Luísa tremeu.
- Não devíamos esperar pela Anita?
- Vamos lá! Encontramo-la quando sairmos desta atração.
O Eduardo sentou-se num dos escorregas e esperou que a amiga fizesse o mesmo. A Maria, a custo, lá se sentou no escorrega. A jovem podia crer que ouvia gritos de miúdos enquanto escorregavam. Segundos depois, viu um homem vestido de monstro que a assustou.
- Escorrega-se com velocidade até perto da montanha russa? - Perguntou a rapariga ao "monstro", depois de se recompor do susto.
O homem respondeu afirmativamente com a cabeça, mas prosseguiu.
- Mas não escolham o escorrega da morte. Podem realmente morrer!
"O homem não está a falar a sério. Ou estará?" - Pensou Maria Luísa. O Eduardo pareceu não se importar e desceu o escorrega sem mais nada dizer à amiga.
- Eduardo! - Gritou ela, chamando-o.
Como não obteve resposta, só respirou fundo e atirou-se do escorrega abaixo. Talvez saísse viva dali.
O Eduardo tinha escolhido o escorrega número 4, enquanto a Maria Luísa tinha escolhido o escorrega número 5. Talvez o número ímpar desse mais sorte, porque ela saiu sã e salva do escorrega. Tirou a poeira das pernas e olhou ao redor. Estava, literalmente, já dentro da atração da montanha russa.
Repentinamente, lembrou-se do amigo. Ele não estava ali com ela. Mas escorregou mais cedo que ela.
A jovem aproximou-se de uma mulher vestida de bruxa e perguntou:
- O que aconteceu com o meu amigo que escorregou aqui comigo?
A mulher encolheu os ombros, sem saber o que dizer.
- Talvez ele tenha escolhido o escorrega da morte!
- Mas e a minha amiga que não apareceu desde que saímos do jogo dos lobos?
- Ela pode ter sido comida por um deles. - Respondeu a mulher, sem parecer alarmada.
- Mas isso é impossível! Isto é um parque de diversões. Temos que sair vivos!
- Não necessariamente. - Falou a mulher, afastando-se da jovem.
Nesse momento, um homem vestido de monstro aproxima-se da Maria.
- Podes experimentar a Montanha Russa Macabra. Faz o sentido inverso do Escorrega da Morte e podes encontrar o teu amigo. - Sugeriu.
A Maria, mesmo nervosa e com receio, agradece ao "monstro" e decide entrar na atração. Uma grande placa estava à entrada. Dizia: "Fora de Serviço - Atreva-se a Voar".
- Ai Meu Deus! - Exclamou ela, rezando para que esta brincadeira acabasse.
Sentou-se numa das cadeiras de dois lugares e apertou o cinto.
- Vamos ver se não acabo morta. - Disse ela, fechando os olhos quando percebeu que a montanha russa ia começar a mover-se novamente.
Foram cinco minutos de tormento... mas a jovem saiu viva da atração e começou a procurar o amigo. Segundos depois, recebe uma mensagem no seu telemóvel. Era a Anita. A rapariga pulou de felicidade.
- Finalmente!
Quando lê o conteúdo da mensagem o seu rosto muda repentinamente de expressão.
A mensagem dizia:

"Estou no Escorrega da Morte número 4. Vem até mim! Desce!"

- Oh Meu Deus! Porquê? - Questionou-se ela, em voz alta.
A Maria Luísa aproximou-se do escorrega número 4. Uma mulher vestida de bruxa e um homem "monstro" aproximam-se dela.
- Faça boa viagem! - Desejam ambos.
A jovem faz um ar inquisidor. Não entendeu o que eles tinham dito. Como assim? Boa viagem?
A tímida rapariga sentou-se no escorrega, respirou fundo e atirou-se. Lançou um grito agudo quando começou a escorregar. Este escorrega metia mais medo que o número 5, aquele por onde ela tinha escorregado minutos antes.
"Já deve estar a acabar a descida" - Pensou ela, segundos depois.
Mas não. O escorrega não tinha fim. Era realmente enorme.
A jovem fechou os olhos, com medo. Só os voltou a abrir quando sentiu que caiu de rabo no chão.
Misteriosamente, tinha saído no parque de estacionamento do parque de diversões.
- Mas? - Questionou-se.
O automóvel do amigo estava ali e ela, apressadamente, aproximou-se do veículo. Parecia estar intacto, mas não tinha explodido quando chegaram?
Abriu a porta do lado do condutor e sentou-se no banco fechando a porta atrás de si. Abriu o porta luvas do carro à procura de algo que revelasse que algum dos amigos esteve ali. Estava um recorte de jornal além de outras coisas sem importância para ela. A jovem pegou no papel e leu-o.

"O Parque de Diversões Macabro está suspeito de matar vários adolescentes na altura do Halloween..."

- O quê? - Alarmou-se Maria.
Nesse momento, o carro realmente explode e... sim, Maria não sobreviveu, assim como Anita e Eduardo.


Espero que tenham gostado!
Isto daria para uma estória (ou história) maior. Talvez pense nisso futuramente!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Personagens de "Encontro com o Passado"

Olá, Pessoal!
Chegou o momento de vos revelar a diferença em algumas personagens da versão blogue e da versão livro.

Capa do segundo livro

- O livro "Encontro com o Passado" foi "inspirado" no projeto "Encontro com o 666", que se encontra postado na totalidade no blogue;
- As personagens Diana e Patrícia do livro "A Escola do Terror" "foram parar" ao segundo livro para uma continuação (não digo que terão outras, mas essas estão na sinopse);
- Algumas personagens tiveram as suas "vidas" mais aprofundadas para construir um maior mistério em volta do assassino do livro;
- Personagens como Pedro Magalhães, Andreia e as acompanhantes de luxo tiveram um cuidado mais especial no livro;
- A história de vida de algumas personagens foi alterada, dou o exemplo do personagem Pedro Magalhães, no livro o personagem é filho da amiga da agente, diferente da versão blogue em que o personagem é amigo dela. A idade do Pedro Magalhães é alterada no livro.

Estas são algumas das alterações que o livro possui. Mais alterações que nas duas versões do primeiro projeto.

Novas informações em breve!

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Desafio de Outubro

Olá, Pessoal!
O Desafio de Outubro já foi divulgado na página Ficwriter Facts e é envolta do tema do Halloween: Um conto de terror.

Estou a escrever e talvez o desafio fique concluído. Com sucesso ou não ainda é uma incógnita!
Normalmente, as minhas inspirações para escrever terror só acontecem quando não é época para isso, ou seja a probabilidade de estar bom é pouco satisfatória.
Contudo, espero que vocês gostem do que já estou a preparar para escrever. Pelo menos, alguma base eu já tenho!

Em breve terão o conto postado!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Sinopse de "Encontro com o Passado"

Olá, Pessoal!
Chegou o momento de vos divulgar a sinopse do segundo livro "Encontro com o Passado".

Contracapa de "Encontro com o Passado"

Sinopse de "Encontro com o Passado":

21 anos passaram após aquele 9º ano infernal. Hoje, Patrícia é professora e tem a infelicidade de regressar a esse estabelecimento escolar onde completou o ensino básico. A escola continua a ter fama de problemática, os assassinatos não terminaram e as memórias não param de atormentar Patrícia.
Ao voltar, ela reencontra a antiga colega, Diana, que hoje trabalha como detetive e que está a tentar resolver os homicídios.
À medida que os cadáveres vão surgindo, as duas descobrem que tudo leva aos seus antigos tempos no último ano de ensino básico. E, antes que ocorra mais uma morte, as antigas colegas percebem que têm que arriscar a própria vida para descobrir o mistério.

O que acharam?!

Novas informações do livro em breve!

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Agradecimentos no livro "Encontro com o Passado"

Olá, Pessoal!
No primeiro livro, "A Escola do Terror", não coloquei agradecimentos, mas neste segundo livro coloquei os nomes de todas as pessoas que têm me apoiado durante estes anos de blogue e também àqueles e àquelas que me ajudaram durante o processo de criação e lançamento dos dois livros.

Vou então por partes:

Clique na imagem para ver em tamanho maior

Além da família, ainda escrevi mais alguns nomes.

- Começo pelos meus amigos mais próximos, Elisa Rodrigues e Inês Caeiro. A primeira, alguns de vocês já conhecem, é a autora do livro "A Chave Verde".
- Aos meus colegas de turma que foram a minha maior inspiração.
- À Anna e ao Cristiano, dois autores brasileiros, que me deram algumas dicas para a capa do livro.
- Ao Pedro Magalhães, Ana Catarina e Ana Carretas que estiveram a ver mais de perto o processo de criação da obra.
- À Sílvia e ao Vasco por fazerem parte do Fãs da Diana, uma página e um blogue que tem juntado todos os meus leitores.

Clique na imagem para ver em tamanho maior

E não esqueço dos meus leitores brasileiros:

- A Nanda Carol que foi a primeira brasileira a comprar o meu livro e que eu agradeço por continuar desde o blogue até hoje a apoiar-me.
- À Catharina Bianchi pelo apoio desde 2010 (ano em que conheceu o blogue).
- À minha colega/parceira de escrita Letícia Alvares que sabe de perto como eu decido matar personagens!
- À minha capista do blogue, Daniele Ferreira (não tenho nada mais a acrescentar. Está bem óbvio!).

E não esqueço os meus leitores, todos eles, de seguidores antigos a recentes. Todos vocês desse lado que estão a ler.
Sem vocês não seria possível!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Alteração de Encontro com o 666 para livro: Revelação

Olá, Pessoal!
Falei num post antigo (começo de 2017, possivelmente) que estava a reescrever "Encontro com o 666". Pois bem, neste post vou falar-vos com mais pormenor o que eu estava a pensar inicialmente para este projeto.

Cabeçalho de "Encontro com o 666"

Inicialmente, "Encontro com o 666" seria uma continuação do livro "A Escola do Terror". Traria algumas personagens do livro anterior, torná-las-ia mais adultas e faria uma alteração em "Encontro com o 666".
Contudo, acabei por não o fazer porque, provavelmente, teria que levar muita gente a ler "A Escola do Terror". Essa alteração levaria a isso! Essa ideia foi descartada.

A segunda ideia foi apenas um pouco alterada da inicial. Faria um livro que fosse independente d' "A Escola do Terror", no entanto não deixaria de ter alguns personagens do primeiro livro.

A terceira ideia era o natural. Um livro totalmente diferente sem qualquer continuação do primeiro livro lançado.

"Encontro com o 666" alterado

Bem, agora que ficaram com uma ideia dos problemas por que passei no ano de 2016/início de 2017, vou revelar-vos o que realmente aconteceu!

"Encontro com o 666" tornou-se mesmo uma continuação d' "A Escola do Terror". Não descartei totalmente a minha primeira ideia, porém fiz algumas alterações. Não criei um segundo livro para que fosse totalmente necessário ler o primeiro. Tornei algumas personagens do primeiro livro mais adultas (as que fiz "regressar" para um segundo livro), com uma alteração no enredo de "Encontro com o 666".

Capa do segundo livro

Alterei o título da versão blogue de "Encontro com o 666" para "Encontro com o Passado" porque não é realmente uma segunda versão, apenas mantive as personagens, ou seja, não precisei de criar novas.

Espero que tenham gostado desta surpresa!
"Encontro com o 666" é a "continuação" de "A Escola do Terror" na versão blogue e as personagens de "Encontro com o 666" passaram para "Encontro com o Passado", a versão livro. Um enredo totalmente novo, mas as personagens intactas.

Novas informações do segundo livro em breve!

Beijos.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Significado da capa de "Encontro com o Passado"

Olá, Pessoal!
Acho que chegou o momento de vos falar sobre o que significa a capa do livro "Encontro com o Passado".

A capa do segundo livro

A capa revela uma mulher loira a olhar para um espelho. O espelho, em vez de revelar a "verdadeira face" da mulher, mostra-se rachado e com um rosto com sangue.

A mulher loira é uma das personagens de "Encontro com o Passado"... e é uma das personagens do livro "A Escola do Terror" que vai regressar para o este segundo livro.
Havia três personagens loiras no livro "A Escola do Terror": A Juliana e as irmãs gémeas Mafalda e Patrícia.
Pois bem, uma delas está revelada na capa e está a olhar para o seu passado (o espelho é o símbolo do passado). E o passado não revela ser muito bom!

A sinopse será divulgada em breve e vocês poderão saber mais sobre o que será este livro e qual das personagens está presente na capa.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Personagens de "A Escola do Terror" em "Encontro com o Passado"

Olá, Pessoal!
Já falei anteriormente (Link aqui) que o segundo livro "Encontro com o Passado" seria uma continuação do primeiro livro "A Escola do Terror".

Capa do segundo livro

Fiz uma pergunta em Janeiro deste ano que, provavelmente, não deram muita atenção. Alguns responderam e eu contei os votos.

O link era este: Pergunta sobre "A Escola do Terror".

Deixei de contar o número de votos depois do dia 1 de Fevereiro para poder terminar "Encontro com o Passado".

Vou agora revelar-vos o número de votos (contados até ao dia 31 de Janeiro).

Gonçalo - 8 votos.
Sofia - 4 votos.
Diana - 8 votos.
Juliana - 3 votos.
Ricardo - 2 votos.
Patrícia - 12 votos.
José - 2 votos.
Bernardo - 3 votos.
Inês - 1 voto.

Inicialmente, ia apenas escolher duas personagens, porém, além da Patrícia, o Gonçalo e a Diana possuíam o mesmo número de votos e...

Enfim, não vou adiantar-me.
Destes nove personagens que vocês escolheram, alguns foram "parar" ao segundo livro, "Encontro com o Passado".

Novas informações em breve!

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Matando os preconceituosos demónios

Olá, Pessoal!
Aqui está o Desafio de Setembro da página Ficwriter Facts.

Informações:
- Para o Desafio de Setembro - Trata-se de escrever uma one-shot (história com apenas um capítulo) com no máximo 5.000 palavras abordando algum ponto de diversidade. De diferentes sexualidades e cores de pele às múltiplas culturas do mundo. De diferentes géneros a diferentes vertentes ideológicas. Diversidade por fora e por dentro da cabeça dos personagens.
- Título: Matando os preconceituosos demónios


Nem Fábio sabia o poder que os beijos de Micael tinham sobre ele. Micael sabia como fazer Fábio falar. E, naquele momento, sozinhos e isolados de um mundo tão cruel, era o momento exacto para isso.
Os dois estavam cansados e com a respiração audível. O mais pequeno movimento era percebido por ambos.
Mentiras. Mentiras e falta de confiança eram os grandes problemas entre os dois!
No dia anterior, Micael tinha saído para jantar com um amigo e nem imaginou o que isso gerou em Fábio. De um idiota apaixonado, que "saiu do armário" há pouco tempo, a um amante descontrolado. Micael era o namorado de Fábio há nove meses. Micael era de estatura mais fraca e menos larga que Fábio. Com vinte anos saiu de casa dos pais depois destes não aceitarem a sua orientação sexual. Nunca mentiu sobre quem era, nunca se escondeu e nunca deixou que o maltratassem fosse por ser homossexual, fosse por ser negro. Micael era seguro de si mesmo, diferente de Fábio. Fábio tinha descoberto que era homossexual quando se apaixonou por um antigo colega de turma, que nunca soube que ele era gay. Pode-se dizer que Fábio continua a ser uma pessoa insegura e com medo de ser traído. Fábio era um homem calmo, mas perdia as boas maneiras quando se sentia enganado. Micael nunca poderia enganá-lo, ou tentar enganá-lo. Fábio nunca toleraria isso. Mas, desta vez, Micael também não toleraria que a sua lealdade fosse posta em causa. Fábio tinha passado dos limites, acusava-o toda a hora, gritava descontrolado, nem sequer controlava os seus próprios movimentos.
Naquele momento, parados na sala de estar, encararam-se em silêncio. Quem estava errado? Quem estava certo?
Micael vê, de relance, Fábio aproximar-se dele como um animal arrependido pelos seus actos.
- Não dá. Não dá mais. - Disse Fábio passando as mãos pelo cabelo enquanto olhava para Micael com os olhos castanhos apertados.
- Como assim? - Perguntou Micael, sem entender o que estava a ouvir. Fábio estava finalmente a ceder?
- Tu, tu, Micael. - Respondeu Fábio, mais uma vez, acusando o namorado.
- Como se fosse eu o culpado! Conviver contigo não é agradável. - Atacou Micael.
Como resposta, Micael sentiu o corpo de Fábio colar-se ao seu. Para infelicidade de Micael, o namorado não tinha nenhuma intenção, além de magoá-lo novamente.
- Larga-me! - Gritou Micael, afastando-se de Fábio.
- Olha para ti! Estás uma lástima!
- Olha, Fábio, o nosso namoro acabou há meses. Desde a primeira desconfiança tua. Nenhum de nós é que se deu conta.
Micael encostou-se à parede e desceu até ao chão, agarrando as suas pernas. Estava indefeso, mas queria optar por manter uma posição de defesa.
- Não! Nós sabíamos disto. - O namorado contrariou-o. Micael não lhe respondeu e Fábio aproximou-se dele novamente.
- Afasta-te! - Reagiu ele.
Não valeu de nada. Fábio envolveu-o com os seus braços e levantou-o do chão. Micael debateu-se, mas foi impossível. Fábio era mais forte que ele.
- Pensas que vou me sacrificar por ti? Chega! Passei por muito para ser feliz. "Saí do armário" há vários anos e consegui ter a minha liberdade e viver bem com a minha vida. Só quero ser feliz sem ninguém a apontar-me o dedo e a dizer que sou preto e que sou gay. Duas coisas que me fazem viver no inferno!
- E pensas que eu não passo por isso? - Disse Fábio, com um ar ameaçador. - Eu passo por isso! Não sou de raça negra nem saí há vários anos do armário, como tu dizes, mas passo todos os dias a sensação de que estou a ser enganado.
- Chega! - Micael gritou. - Não foste enganado e eu estou a sofrer todos os dias.
Ele arregaçou a manga da camisa e revelou várias manchas na pele negra.
- Eu não sou mais esse homem, Micael. - Disse Fábio, sem se revelar menos ameaçador. - Eu amo-te!
- Chega deste jogo! É o fim! - Exclamou Micael, defendendo-se, mas, rapidamente, ele viu-se atirado para a beira do sofá.
- Cala-te! Tu não sabes como é ser traído!
- Eu não te traí. - Respondeu Micael, tentando defender-se como podia.
- Não é o que parece! - Fábio aumentou o tom de voz.
- E o que vais fazer? Vais apenas falar ou espancar-me?! - Atirou o namorado.
- Não! Tenho outros planos.
Fábio pegou em Micael ao colo. O homem reclamava e gritava para que Fábio o largasse, mas não conseguia ter força o suficiente para fazer tal coisa. O namorado possessivo colocou-o no chão quando ambos se aproximaram-se do carro de Fábio e empurrou-o para dentro do automóvel.
- O que vais fazer?
Fábio não respondeu. Foi para o lugar do condutor e começou a viagem. Micael, desta vez, descontrolou-se. Sem ter qualquer resposta por parte do namorado, atirou-se ao volante tentando tomar a direção do carro, inutilmente. Para conseguir um maior controlo, Fábio pisou fortemente no travão para que Micael receasse pela sua própria vida, já que estava sem cinto de segurança e não olhava para os pés do namorado, resguardando-se com antecedência de alguma atitude por parte de Fábio. A verdade é que o pior aconteceu. Micael, sem qualquer proteção, atravessou o vidro do carro parando apenas quando encontrou o solo.
- Micael! - Gritou Fábio, saindo desesperadamente do automóvel. Ele não esperava que Micael estivesse tão desprotegido.
O homem encontrava-se esticado no meio do chão com sangue em todas as partes visíveis do seu corpo. Claramente sem vida.
- Meu Deus! Perdoa-me, amor! Eu não queria... - Ele segurou a mão do seu, agora, ex namorado.
A sua raiva inicial tinha sido transformada em culpa. Tinha medo de perder Micael. O simples facto de ele sair com um ex transformou-se num oceano de preocupações onde não havia culpado, mas sim vitimas.
Fábio dirigiu-se ao carro procurando com as suas mãos, agora trémulas, uma antiga arma que trazia debaixo do banco do pendura. Aproximou-se do corpo sem vida de Micael e apontou a arma em direção ao seu peito. O tiro foi dado.
Esta foi a forma que Fábio resolveu terminar as coisas, terminar o relacionamento. Não poderia viver mais com alguém que o fazia mal, que não o tornava seguro de si mesmo.
Os corpos de Fábio e Micael permaneceram ali, até que a policia chegasse e investigasse o caso.
A verdade é que não se sabe o que realmente aconteceu. Até hoje, a causa da morte do casal de namorados é desconhecida. Será que um deles matou o outro? Será que foi suicídio por parte de ambos? Ninguém sabe. A única pista que a policia possui é um simples papel branco encontrado na casa de ambos onde manchado com o sangue de Micael estava escrito um nome conhecido por parte dos namorados, o ex colega de turma de Fábio por quem Fábio estava apaixonado quando descobriu ser homossexual, Valentim.


Este pequeno conto dava para uma história/estória grande.
Talvez pense em alargar isto!

Espero que tenham gostado!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

"Encontro com o Passado" tem versão blogue

Olá, Pessoal!
São reveladas mais umas informações sobre o segundo livro "Encontro com o Passado".


"Encontro com o Passado" foi terminada em Fevereiro deste ano, contudo esta história/estória já foi postada no blogue com uma outra versão. Algumas personagens são as mesmas que vocês já leram num projeto que postei aqui. A diferença é que alterei o modo de estar de algumas personagens e adicionei outras.

Outra informação:
- "Encontro com o Passado" é uma continuação de "A Escola do Terror".

Eu não iria deixar-vos sem a continuação do primeiro livro. Vocês pediam desde a versão blogue e eu até agora nunca tinha feito. Este segundo livro é mesmo fiel ao primeiro, mas, talvez, mais adulto.
Irão perceber isso quando o lerem!

Novas informações em breve!

sábado, 9 de setembro de 2017

Capa do segundo livro: Encontro com o Passado

Olá, Pessoal!
Chegou o momento de revelar, finalmente, a capa do segundo livro "Encontro com o Passado".


Vou revelando mais informações a pouco e pouco até ao lançamento do livro!

Aguardem!

Lançamento do segundo livro

Olá, Pessoal!
Tive um pouco desaparecida, mas finalmente dou notícias quanto ao segundo livro.

O segundo livro será "Encontro com o Passado" que eu terminei em Fevereiro deste ano.
Na verdade, há muito segredo por trás deste livro!

Vou dando algumas revelações até ao lançamento do livro.

Clique na imagem para ver em tamanho maior


Obrigada!

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Desafio de Setembro

Olá, Pessoal!
Estou só a avisar que estou a começar a fazer o Desafio de Setembro.

Trata-se de escrever uma one-shot (história com apenas um capítulo) com no máximo 5.000 palavras abordando algum ponto de diversidade. De diferentes sexualidades e cores de pele às múltiplas culturas do mundo. De diferentes géneros a diferentes vertentes ideológicas. Diversidade por fora e por dentro da cabeça dos personagens.

Não parece tão difícil quanto eu pensava. O texto até está a começar muito bem.

Verão o final em breve!

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Desafio de Agosto (Parte 2/2)

Olá, Pessoal!
Aqui está segunda parte do Desafio de Agosto.

O Desafio de Agosto consistia em fazer descrições de acordo com as imagens que surgiam.

Em baixo de cada descrição, eu digo o que achei do desafio do dia.

Vamos então aos três últimos dias.

Dia 5:


"Um quarto no topo de uma torre. Uma única janela. Paredes escuras. Porém, para quem estava do lado de fora, era uma janela linda e típica de castelos. Mal sabiam que do lado de dentro da janela estava um lugar desagradável. Uma jovem foi mantida lá em cativeiro durante toda a sua infância enquanto a madrasta usava o seu rosto no rosto da sua adorada filha. Literalmente falando. A madrasta era cirurgiã plástica e cortou o rosto da pobre jovem a deixando à mercê da escuridão. Vários segredos aquele quarto tinha. E não eram segredos bons."

- Este desafio foi um dos mais fáceis. Em vez de levar para o romantismo, levei para o mistério/suspense. Talvez desenvolve esta ideia num futuro longínquo.

Dia 6:


"- Querida neta, vou contar-te uma história de seu título "A máquina de escrever suicida". Era uma vez um escritor antisocial que escrevia de forma inocente e ingénua. O homem era um romântico e a sua escrita também revelava isso. Todos os dias às 14 horas sentava-se na sua cadeira habitual e escrevia três parágrafos, enquanto engolia pequenos goles de café quente. Certo dia, estava a escrever a palavra "agradável viagem" quando a máquina, misteriosamente, escreveu "agradável virgem". O escritor raramente se enganava e achou estranho esse seu erro. Vários dias seguintes se passaram e ele continuou a errar. Certa vez, os erros passaram a tornar-se "graves". Palavras como "morte", "mutilação", "suicídio", "assassinato" apareciam como erros. O homem ficou possesso e transformou-se por completo. Falou para a máquina: "Queres policiais?! Então, terás!". No dia seguinte, escreveu um policial inteiro sem erros por parte da máquina de escrever. O escritor sorriu e colocou o seu plano diabólico em prática. Depois desse dia, iria tentar matar a máquina de escrever. Iria escrever algo sobre uma máquina morta pelo seu escritor. Bem, nesse dia o escritor bem tentou, mas a máquina sempre o deixava enganar-se. Até que, repentinamente, dá um salto de espanto na sua cadeira. A máquina estava a escrever mais que uma palavra. Estava a escrever frases inteiras. Não teve sequer tempo para saber o que ela escrevia pois acabou caindo da cadeira, inanimado. Tinha acabado por morrer. Sabes o que estava escrito, querida neta?
A jovem abanou a cabeça, negando.
- "Era uma vez uma máquina que matou o seu escritor"

- Apresento-vos a melhor descrição! Este, provavelmente, foi o melhor dia.

Dia 7:


"Os dois exércitos misturaram-se. A guerra tinha começado. De um lado, espadas Katana, do outro, Desert Eagle calibre 50. Tiros e corpos cortados. A guerra pelo poder estava instalada. Um dos exércitos queria vencer, queria ser dono daquelas terras. E a disputa começou no lago limpo e de águas claras que se tornaram escuras e vermelhas com o tempo. Quando o último homem de um dos exércitos foi morto apenas um homem do outro exército também estava vivo.
O único sobrevivente olhou em volta, calado. Apenas a sua respiração pesada se fazia ouvir. Corpos caídos no lago agora vermelho. Não havia ninguém para ajudar o sobrevivente. E agora? Ele iria sozinho tomar o lugar? Foi no meio de perguntas que entendeu que a guerra era desnecessária. Sobreviver apenas um homem não era o que esperava. E, assim, matou-se com a sua Desert Eagle calibre 50 e jazeu naquele lago agora gelado e coberto de corpos."

- Esta descrição foi baseada no filme "Sucker Punch", pelo menos a ideia das armas usadas. A cena que descrevi não está presente no filme.

Estarei, provavelmente, a participar do Desafio de Setembro.

Desafio de Agosto (Parte 1/2)

Olá, Pessoal!
Participei de mais um desafio na página Ficwriter Facts.

O Desafio de Agosto consistia em fazer descrições de acordo com as imagens que surgiam.

Em baixo de cada descrição, eu digo o que achei do desafio do dia.

Dia 1:


(Para clarificar: O objeto é uma coroa).

"100% britânica, assim era a coroa da mais recente Rainha de Inglaterra, Elizabeth. Foi passada de geração em geração, de cabeça a cabeça. Foi criada no século XVIII e conseguiu manter-se "atualizada" até aos dias de hoje. Talvez seja uma das coroas mais antigas do mundo. Antigas e mais ricas. Com mais de 100 quilates e pesada. Impossível dizer que este objeto é sem importância!"

- Tive muitos problemas em começar o desafio. Isto foi o melhor que consegui!

Dia 2:


"A sua primeira mãe era simpática, inocente, calma e tímida. A Joana gostava dela. E a sua primeira mãe também a amava. A sua segunda mãe, Mariana não chegou a conhecer verdadeiramente. Viveu com ela apenas dois dias. A sua segunda mãe foi levada pela polícia. Raptou Mariana. A sua primeira mãe tinha poucas condições. Contudo, Mariana amava a sua segunda mãe, e a sua segunda mãe também a amava.
Hoje, Sofia vive com a sua terceira mãe. É uma mulher sofisticada e rica, mas que nunca conseguiu engravidar pois não possuía útero. Sofia ama a sua terceira mãe. E a sua terceira mãe também a ama.
Joana, Mariana e Sofia são apenas uma pessoa. Uma jovem que vivia na miséria como Joana na infância, que na adolescência, enquanto Mariana, viveu no meio do perigo, e hoje, já adulta, como Sofia, vive no luxo."

- Com esta descrição já deu para perceber que tive muita inspiração! Gostei muito deste dia. Foi-me fácil. Talvez acabe por desenvolver esta ideia que tive.

Dia 3:


"O personagem David tinha muitas vezes (para não dizer sempre) reuniões de trabalho naquela pequena sala de reuniões que se tornava grande quando todos os seus colegas se sentavam e comunicavam entre si ideias patéticas de como melhorar e renovar a empresa. A verdade é que David nunca gostou daquela sala. Uma mesa oval com cadeiras pequenas que o colocavam numa posição claustrofóbica."

- Este dia também foi complicado, no entanto não tão complicado quanto o primeiro.

Dia 4:


"O homem não sabia mais o que fazer. Estava cansado, confuso, não conseguia chegar ao final. O seu personagem principal usava um machado e era temível, mas sofria de uma doença incurável. O jovem lutador iria morrer a qualquer momento da história.
Como o homem não sabia o que fazer, pegou no machado da sua personagem e matou todos os outros personagens indefesos. Por fim, matou o seu personagem principal.
Porém, havia uma pergunta que não queria calar: Quem seria este homem poderoso que simplesmente arrancou das mãos do seu personagem principal o seu machado e matou a ele e a todos os outros?
A resposta é simples, fácil e de rápido entendimento: O seu criador, o autor da história!"

- Fiquei sem muita inspiração neste dia, curiosamente. A minha "saída" foi pensar no escritor.

A Parte 2 já a seguir!

Página Eventos atualizada

Olá, Pessoal!
A página "Eventos" acabou de ser atualizada com mais três antigos eventos onde estive presente.

Um dos eventos não contém fotos, ou melhor dizendo, não as coloquei na página. O link tem todas as informações e algumas fotos.

Mais posts em breve!

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Atualização da página Eventos

Olá, Pessoal!
A página "Eventos" vai ser atualizada em breve com dois eventos antigos que eu não consegui atualizar na altura.

- Em Março tive na escola Dom Domingos Jardo (Post: AQUI).
- Em Novembro do ano passado tive na mesa de apresentação da minha amiga e antiga colega de turma Elisa  Rodrigues.
- E compareci ao lançamento do livro de uma poetiza, Paula Oz.

Irei atualizar com algumas fotos e informações que não tinha colocado na altura.

Segundo Livro Para Breve

Olá, Pessoal!
Já tinha avisado na Página de Facebook, mas aviso aqui também.

Para os que estão à espera de uma resposta minha digo agora com CERTEZA que haverá SEGUNDO LIVRO em breve!

Obrigada pela espera!

domingo, 30 de julho de 2017

Desafio de Julho (Parte 2/2)

Olá, Pessoal!
Aqui está a segunda parte do Desafio de Julho que consistia em dar títulos a imagens e excertos que a página colocava durante uma semana.
Os títulos costumam ser a última coisa que eu penso quando começo a escrever um projeto. Só mais recentemente é que eu comecei a atribuir títulos mais cedo, normalmente já com um terço da história/estória feita.

Bem... aqui estão os três últimos dias do desafio com algumas explicações da minha parte.
Créditos das imagens à página Ficwriter Facts.

Dia 5:



Título: Nos Braços do Assassino
- Este dia foi complicado para mim. Era uma fanfic de sobrenatural e tentei não pensar no sobrenatural e pensar apenas no excerto solto. Ao ler muitas vezes fiquei com a frase "... sacar o punhal na intenção de matá-lo" na cabeça e pensei num título com a palavra assassino. Como essa personagem queria matar outra que apelava "pela própria vida" surgiu então este título final.

Dia 6:


= Título: A 9ª Alma
- A imagem mostra oito pessoas em volta de uma mesa (ou foi o número que eu vi no dia do desafio) e remete para o terror, pareceu até que as pessoas queriam invocar alguém. Pensei até no tabuleiro Ouija. Logo, eles estariam a invocar uma nona pessoa, ou melhor dizendo, alma.

Dia 7:



= Título: O Doce Susto
- Eu provavelmente acabei por pensar numa coisa que ninguém mais pensou. Imaginei que este excerto fosse uma cena de um romance não correspondido. O amigo ficou assustado com a reação do João de Deus daí o "susto" e a sobrancelha arqueada. O "doce" vem do pensamento do João, a última frase do excerto. Ou seja, peguei nos pensamentos do João e na reação do amigo para construir o título.


E aqui estão as respostas ao Desafio de Julho.
Talvez algumas das ideias que eu tive possam ser usadas em próximos projetos, assim como os títulos que eu dei.

Até um próximo post.

Beijos.

Desafio de Julho (Parte 1/2)

Olá, Pessoal!
Aqui vai a primeira parte do Desafio de Julho que consistia em dar títulos a imagens e excertos que a página colocava durante uma semana.
Os títulos costumam ser a última coisa que eu penso quando começo a escrever um projeto. Só mais recentemente é que eu comecei a atribuir títulos mais cedo, normalmente já com um terço da história/estória feita.
Sendo sincera, preferi as imagens aos excertos. Tive mais imaginação nas imagens do que nos excertos.

Bem... aqui estão os quatro primeiros dias do desafio com algumas explicações da minha parte.
Créditos das imagens à página Ficwriter Facts.

Dia 1:


= Título: A Obsessão
- Neste pequeno texto eu imaginei uma obsessão por parte de alguma das personagens, daí o título óbvio.

Dia 2:


= Título: Presa Fria
- A imagem fez-me imaginar um policial no estilo dos países nórdicos, talvez Noruega ou Suécia. Um assassino em série que mata as suas "presas" no meio das árvores frias. Esta poderia ser uma capa de algum projeto meu. E talvez, num futuro longínquo, eu ainda concretize esta ideia e a produza no papel.

Dia 3:



= Título: Automutilação
- Eu "viajei" muito ao ler este excerto. Eu imaginei exatamente como o título que eu coloquei. Não há muito mais para dizer. Acho que fui bastante clara com o meu pensamento ao dar este título.

Dia 4:


= Título: O Reencontro
- Esta imagem dava muitas ideias e, por isso, podia-se dar qualquer título baseado na vida da personagem. No meu caso, imaginei que a personagem reencontrava o ex namorado dos tempos da escola. Foi uma coisa que pensei bastante simples, mas que podia elaborar e pensar em algo mais complexo (contudo, não o fiz).

A parte 2 já a seguir!

domingo, 23 de julho de 2017

Feliz Aniversário Elifcr

Olá!
Hoje (23/07) é o aniversário de uma pessoa especial.

Ela foi minha colega de turma há alguns anos (do 7º ao 9º ano, mais concretamente). De lá para cá já se passaram uns oito/nove anos e a amizade manteve-se. O contato ficou, algo raro depois de um ano letivo de aulas. Até porque, vamos ser sinceros, quem conseguiu manter contato até aos dias de hoje com um antigo colega de turma?! Dá para contar pelos dedos das mãos!
Enfim... ambas continuámos a falar, embora com menor frequência devido às vidas paralelas que tínhamos (e temos). Já não nos vemos cinco dias por semana!
Confesso que não sei porque ainda hoje estamos próximas. Não sei se aconteceu porque a vida quis assim ou porque tínhamos coisas em comum. De qualquer das formas, a amizade está cá!

Falando de coisas em comum, se há coisa que eu tenho a certeza que ambas temos em comum é o facto de gostarmos de escrever. Contudo, (tinha que existir um senão) não escrevemos o mesmo género.
Enquanto eu lancei o livro "A Escola do Terror", ela lançou um livro chamado "A Chave Verde" que nada tem a ver com mistério/suspense.
Nada que isso me incomodasse, como amiga que sou li o livro, quis criticar porque, todos os meus leitores o sabem, eu só sei criticar, mas não consegui fazer nenhuma crítica construtiva ao livro dela. A minha antiga colega de turma sabe escrever bem!

Há quem me pergunte se eu tenho alguma inveja. Não tenho! Ambas escrevemos o que nós estamos mais "aptas" ou gostamos mais e, por isso, tenho a certeza que ela seria péssima a escrever mistério/suspense como eu sou a escrever o género dela (que eu chamo de aventura e fantasia). Se juntássemos os géneros sairia ou um best seller ou um livro para esquecer no fundo das nossas estantes.
Mas tenho a certeza que a primeira opção seria a certa! Confesso que tenho uma pequena curiosidade para saber como seria um livro escrito por ambas.
E não quero dizer que estamos a escrever! É uma ideia que os leitores deram e nós só falámos sobre isso.

Para concluir este meu enorme texto de aniversário (porque está a tornar-se maior do que eu pensava) eu admirava a inspiração dela às oito e meia da manhã às quintas-feiras num dos anos em que tínhamos Física e Química e eu estava ao lado dela a compartilhar a mesa. Cheguei até a contar isso no lançamento do livro dela, em Novembro do ano passado. Boas memórias! A amizade também se faz disso. Memórias.

Talvez seja hoje o dia em que vou finalmente fazer um post no meu blogue totalmente sobre ela, o seu blogue e o seu livro.
E vai ser hoje mesmo! (links mais abaixo. Podem passar o resto das minhas palavras que já não interessam e só cansam a vista!).

Queria desejar um Feliz Aniversário à minha antiga colega de turma, mas talvez seja mais importante chamar de amiga.
Desejo muita felicidade, saúde, inspiração e, o mais importante, que a gente consiga partilhar a nossa inspiração e ideias uma com a outra!

Link do blogue dela: Histórias da Elifcr.

Para comprar o livro online: A Chave Verde - Bulhosa ; A Chave Verde - Amazon.


Imagem retirada do Google

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Desafio de Julho

Olá, Pessoal!
Irei divulgar as minhas respostas para o Desafio de Julho da página Ficwriter Facts em breve.

O Desafio foi "Títulos".

Estou a fazer o post.

Aguardem!

Mistério em Aberto (Enigmas)

Olá, Pessoal!
Venho, finalmente, falar-vos dos "Mistérios em Aberto" que falei neste post: Mistérios em Aberto (Enigmas).
Começou no dia 13 de Abril uma coleção para os que gostavam de decifrar enigmas policiais.
Todas as quintas-feiras, a revista Sábado oferecia um pequeno livro que continha 25 mistérios para resolver.
Casos policiais inéditos, escritos por autores portugueses, com pistas que nos iriam ajudar a resolver cada mistério.
Eram cinco livros no total todas as quintas feiras até ao dia 11 de Maio.

Imagem retirada do Google

Não sei se alguém esteve a fazer a coleção e a decifrar os enigmas, mas eu decidi, no final da coleção, revelar-vos quantos mistérios resolvi em cada livro.
E, então, aqui estou eu:

No primeiro livro consegui acertar:
15/25 enigmas.
= Nível: Fácil: 5/8; Médio: 6/7; Difícil: 4/10.

No segundo livro consegui acertar:
- 18/24 enigmas *
= Nível: Fácil: 5/7; Médio: 8/10; Difícil: 5/7.

No terceiro livro consegui acertar:
- 17/25 enigmas
= Nível: Fácil: 3/6; Médio: 7/11; Difícil: 7/8.

Imagem retirada do Google

No quarto livro consegui acertar:
- 19/25 enigmas
= Nível: Fácil: 9/10; Médio: 5/7; Difícil: 5/8.

No quinto livro consegui acertar:
- 21/25 enigmas
= Nível: Fácil: 8/8; Médio: 8/10; Difícil: 5/7

* No segundo livro, as soluções de uma pergunta estavam erradas. Não fazia sentido com o enunciado do enigma, por isso retirei essa questão ficando apenas com 24 perguntas.

Bem... E é isto. 

Beijos.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Obsessão - Novo Projeto

Olá, Pessoal!
Terminei "Contrato Indesejado" e o projeto inesperado "Encontro com o Passado" e vocês já estavam a perguntar-se (e a perguntar-me) o que eu estava a escrever (além da parceria com a Letícia Alvares, "Por Trás da Cena").



"Obsessão" é o título do meu novo projeto.
100% Romance Policial, sem nada de personagens com menos de 20 anos, mais adulto.

Aguardem mais pormenores. Em breve eu direi mais alguma coisa.

Mistérios Em Aberto

Olá, Pessoal!
Eu tinha falado anteriormente (AQUI para ser mais exata) que iria trazer-vos os resultados dos enigmas que eu fiz.

Estou só a avisar que esse post está a ser feito e será postado em breve.

Beijos.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Capítulo Adicional de "O Que Espero Encontrar" (Desafio de Junho)

Olá, Pessoal!
Tal como falei em posts anteriores, esperei pelo Desafio de Junho da Página Ficwriter Facts.

O Desafio de Junho consistia em escrever uma oneshot (história/estória com apenas um capítulo) de género romance.

Como, quem lê o que escrevo, sabe que eu não sou a melhor pessoa a escrever coisas de género romance, lembrei-me de escrever um capítulo adicional de uma das minhas histórias em que "incorporei" algum romance "ligeiro" (e que, como sabem, não terminou bem no final).
Após perguntar aos responsáveis pelo desafio e ser-me dada a possibilidade de o fazer, decidi escrever isso para ser-me mais fácil.

O projeto que escolhi foi "O Que Espero Encontrar", que foi escrito em 2012 e postado no blogue em 2014.

Alguns leitores não gostaram do desfecho das personagens Felipe e Natasha (que terminaram juntas) e não gostaram que as personagens Marisa e Gustavo ficassem separadas.

Decidi "pegar" num desses casais e fazer um desfecho que ficasse melhor.

Sem mais demoras, deixo-vos, então, o resultado final.

Informações:
- Para o Desafio de Junho da página Ficwriter Facts
- Título: O Que Encontrei
- Sinopse: Três anos passaram e muita coisa mudou na vida de Gustavo. Marisa regressou ao país, mas não voltou para os braços do ex. Atraiçoou a melhor amiga Natasha e namorou com Alexandre. Os dois namorados viajaram para outro país juntos. Já Natasha e Felipe continuaram um casal, revelando a todos que sempre gostaram um do outro. Recentemente, Marisa regressou a Portugal para visitar a mãe. E, consequentemente, voltou a reencontrar Gustavo.

Cabeçalho de "O Que Espero Encontrar"
Marisa chegou a casa da mãe com duas malas de viagem. Não vinha acompanhada por Alexandre. A agora mulher tinha feito a viagem sozinha. Fechou a porta de casa e chamou pela mãe.
Não recebeu qualquer resposta e olhou para a casa com mais atenção. Estava tudo no mesmo sitio. A mãe não tinha alterado nada na casa desde a última vez que a viu. Arrumou as suas coisas no quarto que sempre foi dela (e em que nada foi mudado) e saiu de casa.
Caminhou por algumas ruas. Ela estava decidida a visitar uma pessoa. Uma pessoa que desiludiu há três anos. Chegou à casa e tocou à campainha. Alguém abriu-lhe a porta segundos depois.
- Natasha? - Perguntou Marisa, vendo a ex melhor amiga do outro lado da porta.
Natasha parecia surpresa com a visita da antiga amiga.
- Maris?
A alcunha de Marisa nunca tinha mudado.
As duas abraçaram-se, emocionadas.
- Entra. - Pediu Natasha, dando passagem.
Marisa entra em casa e vê Felipe sentado no sofá a olhar para ela. O rapaz também parecia surpreendido. Levantou-se do sofá e cumprimentou Marisa.
- O que estás aqui a fazer? - Perguntou Felipe.
- Vim visitar a minha mãe e vocês. Acho que vocês mereciam uma explicação depois de ter regressado, começado a namorar com o Alexandre e ir embora novamente.
- Poderias ter-me avisado que tinhas começado a namorar com o Alexandre, naquela altura. Não iria ficar chateada, Maris. Aliás, eu não estou. Mas podia ter descoberto isso por ti e não pela Joana. - Disse Natasha.
- Ainda falas com a Joana? - Perguntou Marisa a Natasha.
- Não. Perdi contato depois da escola. Também não queria manter contato com ela. - Natasha fez uma pausa - Mas contigo sempre quis.
Marisa baixou a cabeça.
- Desculpa.
Houve um momento de silêncio. Um silêncio constrangedor. A Natasha percebeu e retomou a falar.
- O Edson não está aqui. Na verdade, não está cá em Portugal.
- O que aconteceu? – Perguntou a Marisa, levantando novamente a cabeça, preocupada.
- Ele foi trabalhar para fora. Sabias que ele queria seguir uma área com pouca saída em Portugal, certo? Deves lembrar-te disso. E então... bem... teve uma oportunidade e não a desperdiçou. Ele só voltará no Natal.
A Marisa afirmou com a cabeça, entendendo.
- Vieste com o Alexandre? – Perguntou a Natasha.
A Marisa abanou a cabeça.
- Não. Nós terminámos. Foi complicado.
- Ainda gostas dele? – A expressão facial da Natasha não revelava incómodo.
A Marisa encolheu os ombros.
- Não sei. Acho que ficaram coisas por resolver, mas foi o fim. Penso eu.
- Ele sabe que estás aqui?
- Sim, ele sabia que eu vinha para cá.
- Visitar a tua mãe?
- Sim, mas não só ela. Vocês também.
Houve uma pausa. A Marisa continuou.
- Natasha, ele não te traiu, se é que querias uma explicação daquela altura.
- Ele pediu-te para me dizeres isso? – A jovem não se revelava chateada nem incomodada.
- Não. Eu é que ouvi da boca dele a sua versão. E a realidade. Mas ele sabia que tu não te tinhas afastado dele por causa dessa possível traição. Afastaste-te porque gostavas do Felipe.
- Sim, é verdade. – Respondeu a Natasha, respirando fundo.
- Acho que o Gustavo merece uma explicação. - Interrompeu o Felipe, que tinha estado calado durante toda a conversa das duas.A Marisa olhou para o antigo amigo.
- Eu sei. - Falou ela, baixo.
- Ele está cá em casa. Foi fazer pipocas na cozinha. - Avisou a Natasha - Está na hora de resolveres as coisas com ele. Foste-te embora sem nenhuma explicação.
A Marisa afirmou com a cabeça e caminhou lentamente para a cozinha. A casa da antiga amiga ainda parecia semelhante ao que era da última vez que a viu. Alguns objetos diferentes na casa, mas as paredes estavam intactas.
Chegou à cozinha e viu o Gustavo de costas para ela a preparar as pipocas. Ela respirou fundo antes de chamá-lo.
- Gustavo.
O rapaz virou-se para ela, com rapidez. Talvez julgando ser a Natasha. Pareceu levar um susto quando viu a ex namorada.
- O que estás aqui a fazer? - Perguntou ele, frio.
- Vim visitar a minha mãe, a Natasha e vocês.
- Podes dar meia volta e sair. Não fizeste falta depois do primeiro ano sem ti.
- Eu sei que fui-me embora sem te dizer nada.
- Vieste, então, fazer o quê aqui?
- Pedir desculpa. - Respondeu ela. A resposta fez ele calar-se, por breves segundos.
- Eu sei que errei, Marisa. Eu sei que não fui o melhor namorado para ti naquela altura. Antes de te ires embora. Mas não merecia que tivesses ido embora com o Alexandre. Basicamente fizeste o que eu te fiz no passado.
- Eu sei. Na última vez que me viste deste-me rosas e eu deitei-as ao chão para morrerem. Já eu, tenho na memória a tua traição com outra rapariga no teu quarto.
O Gustavo afirmou com a cabeça.
- Então, eu estou aqui a engolir o meu orgulho e a pedir desculpa. A pedir desculpa por aquele dia. Ultimamente, não tenho conseguido dormir. O peso na consciência é grande. Tenho ficado acordada lembrando-me de como fui embora.
- O Alexandre sabe que estás a fazer isto?
- Terminámos.
- Traição?
Ela abanou a cabeça.
- Ele teve uma oportunidade noutro país. Queria ir comigo, mas eu escolhi voltar para Portugal.
- Escolheste terminar a relação com ele e voltar para Portugal?
- Sim.
- Tinhas o Alexandre. Por que escolheste estragar um futuro com ele?
- "As oportunidades podem ser muitas na vida, mas apenas nós temos que decidir qual delas escolher primeiro". "A vida pregou-me partidas e escolhas". (N/A: Frases da sinopse de "O Que Espero Encontrar"). Escolhi o melhor para mim.
Ele afirmou com a cabeça.
- Vais ficar?
- Sim.
- Bem vinda de volta. - Disse ele, sorrindo levemente.
- Se a tua porta estiver trancada, eu entendo. - Falou a Marisa, séria.
- Está entreaberta. Também tenho de fazer as minhas escolhas. - Respondeu ele, sorrindo.
A Marisa sorriu também.
Os dois pareciam ter encontrado um futuro sorridente.


Aqui está o capítulo adicional de "O Que Espero Encontrar", com o nome de "O Que Encontrei".
Deixei, mais uma vez, um final aberto.
Fica a vosso critério se Gustavo e Marisa devem ficar juntos ou não.

sábado, 17 de junho de 2017

"O Que Espero Encontrar" - Capítulo Adicional

Olá, Pessoal!
Já tinha informado na Página de Facebook, mas também aviso aqui no blogue.

Irei postar um capítulo adicional do projeto que escrevi em 2012 e postei no blogue em 2014, "O Que Espero Encontrar".
Para quem leu e não gostou do desfecho das personagens, irei escrever um novo final.

Cabeçalho de "O Que Espero Encontrar"
Aconselho a reler o projeto caso não se lembrem das personagens.

Talvez na Segunda-Feira, 19 de Junho eu já poste esse "novo final".

Aguardem!

terça-feira, 6 de junho de 2017

Desafio de Maio

Olá, Pessoal!
Tal como falei, deixo-vos aqui as cartas que escrevi para o Desafio de Maio, pela ordem correta.

Regras do Desafio:
- Escrever sobre a estação do ano em si, uma cena ambientada nela, uma songfic com uma música que te lembre a estação.
Limite mínimo de 300 palavras.

O que decidi escrever:
- Um envio de cartas de uma descendente de portugueses a uma amiga no Brasil. A jovem foi estudar para uma faculdade em Portugal.
OBS: Como é enviado de Portugal, as datas estão de acordo com as estações do ano do hemisfério Norte.

Cartas:

1ª carta: 
- Estação do ano: Outono.
Data: 20 de Setembro de 2013
Título: A Emigrante.
OBS: No Desafio foi a segunda estação do ano a ser pedida.

2ª carta:
- Estação do ano: Inverno.
Data: 2 de Janeiro de 2014
Título: Um Inverno Festivo.
OBS: No Desafio foi a terceira estação do ano a ser pedida.

3ª carta:
- Estação do ano: Verão.
Data: 10 de Agosto de 2015
Título: Um verão (nem sempre) bonito.
OBS: No Desafio foi a primeira estação do ano a ser pedida.

4ª carta:
- Estação do ano: Primavera.
Data: 13 de Maio de 2017
Título: O Final de um Ano.
OBS: No Desafio foi a última estação do ano a ser pedida.

E aqui está o Desafio de Maio todo explicadinho!
Espero que tenham gostado.

Ficarei a aguardar o Desafio de Junho da página que já conhecem, Ficwriter Facts.

Desafio de Abril (Parte 2)

Olá, Pessoal!
Deixo aqui as minhas respostas para o Desafio de Abril da página Ficwriter Facts.

Parte 1 Aqui.

Créditos a Ficwriter Facts

Desafio de Abril era sobre drabbles, aquelas histórias curtas com mínimo de 100 palavras e máximo de 200.

AVISO: Participei até ao último dia.

Dia 5: Família

"A Sandra sentiu frio quando saiu de casa e dirigiu-se para o carro. Estavam perto de 10 graus àquela hora da manhã. A jovem ouviu a irmã assim que entrou no calor acolhedor do carro.- Por tua causa vamos chegar atrasadas.
- Se chegássemos a culpa seria tua que não te preparaste cedo.
A Marta não conseguia irritar a irmã com a sua falta de pontualidade.
- Vai ser estranho ver-te na escola.
- Eu era aluna.
- Tu já foste aluna. O teu português está péssimo.
- Para quem é católica, adora falar dos erros dos outros. – Respondeu Sandra, à altura.
- É gosto muito, não é adoro. – Advertiu Marta.
- As palavras são sinónimas.
- És horrível!
- Somos irmãs. Está no sangue de ambas. Está bom para ti este português?! – A Sandra já brincava com a situação enquanto a Marta continuava chateada com o erro da irmã.
- Gostava de ter resposta rápida como tu.
- Devias ter tomado atenção às aulas de Filosofia. Os professores dessa disciplina ensinam uma coisa chamada retórica. É uma disciplina que vais precisar para a tua vida futura. Uma das poucas.
A Marta só revirou os olhos."

- Esta drabble até foi fácil, embora ter ficado pensativa durante alguns minutos em busca de ideias.

Dia 6: Amizade

"- O que tu fizeste foi ridículo!
- Mas querias que eu fizesse o quê? Que mantivesse um segredo ridículo quando estamos à procura de um assassino?
O João não respondeu e o Hélder continuou.
- Tu sabes como eu sou: distraído, um pouco idiota. Somos colegas. Eu admito que sou assim e tu sabes bem. Eu não me veria a trabalhar com mais ninguém sem ser contigo. Confio em ti para tomar as grandes decisões porque já nos conhecemos há muito tempo. Tenho uma sorte enorme por te ter conhecido.
O João sentiu os olhos húmidos graças às palavras do seu colega e amigo.
- Eu sei, eu sei. Eu também sinto o mesmo. Tu foste e és um grande colega e amigo. Às vezes ages sem pensar, é verdade, mas és tu e isso nunca irá mudar... – Ele fez uma breve pausa – E agora vamos parar com isto e voltar a ter cabeça para o caso.
- O nosso fofo assassino!
O João riu-se. O Hélder nunca mudou e nunca irá mudar. Às vezes o agente questiona-se como é que o colega conseguiu ser polícia. Pelo menos arriscar ele arrisca, uma qualidade para um agente."

- Eu declarei este dia como uma tentativa falhada de escrever uma drabble com este tema. Isto é amizade, mas, nos tempos que correm, poderia sugerir uma relação homossexual. Fica a vosso critério!

Dia 7: Uma cena que represente algo que você já viveu como escritor(a)

"A minha família decidiu socializar na sala e eu decidi ir para o meu quarto escrever. Sentei-me perto da secretária, peguei numa caneta e comecei a escrever. A inspiração estava a seguir o rumo certo e eu escrevia sem parar. Minutos depois, ouço passos perto do quarto. O meu pai entrou a perguntar pelos fones. Levantei-me da cadeira, peguei nos fones que estavam numa caixa perto da cama e entreguei-lhe.
Voltei-me a sentar na cadeira e retomei a escrita.
Segundos depois foi a minha mãe a entrar no meu quarto.
- Tens a revista desta semana contigo?
- Sim. Queres? – Perguntei, já a perder a paciência.
Ela afirmou e eu levantei-me novamente da cadeira, peguei na revista e dei à minha mãe. Ela saiu do quarto e eu voltei a escrever.
Minutos depois, o meu cão apareceu. Fiz de conta que não o vi a entrar no quarto e continuei a escrever. Ele ficou a olhar para mim, pressionando. Respirei fundo antes de olhar para ele.
- O que queres?
Ele só ficou a olhar para mim.
Levantei-me da cadeira e levei-o à rua. Já satisfeito, voltei ao quarto e sentei-me. Nesse momento, a inspiração desapareceu..."

- Esta foi simples demais. Só descrevi o dia a dia!

E foi assim o Desafio de Abril.

sábado, 27 de maio de 2017

O final de um ano

Informações:
- Para o Desafio de Maio;
- Título: O final de um ano


13 de Maio de 2017

Lisboa, Portugal

Hoje é dia da Nossa Senhora de Fátima, a conhecida santa em Portugal (e que o Brasil conhece). Hoje completa-se cem anos das aparições de Fátima e Portugal recebe a visita do Papa Francisco. As minhas aulas também estão prestes a terminar e, em breve, voltarei para o Brasil. Não digo que não tenha saudades de regressar, mas gostei muito de viver em Portugal estes poucos anos para estudar (mesmo que estivesse mais interessada nas estações do ano, do friozinho que Portugal tem, do pouco calor insuportável que o país tem comparativamente ao Brasil).
Como sabes em cartas anteriores que te escrevi, Portugal está, neste momento, na primavera. Há uma semana tive que fazer um trabalho na faculdade sobre esta estação do ano (não me perguntes porquê). Sabes do que eu me lembrei?!
"Eu vejo as árvores verdes, rosas vermelhas também. Eu vejo-as florescer para mim e para ti. Eu vejo os céus tão azuis e as nuvens tão brancas. O brilho abençoado do dia e a escuridão sagrada da noite. As cores do arco-íris, tão bonitas no céu estão também nos rostos das pessoas. Vejo amigos apertando as mãos, dizendo: "Como vais?" quando realmente eles estão a dizer: "Eu amo-te". Eu ouço bebês a chorar, eu vejo-os crescer. Eles vão aprender muito mais que eu jamais vou saber.
E eu penso comigo, que mundo maravilhoso.
Sim, eu penso comigo, que mundo maravilhoso."
Alguma ideia do que eu escrevi?
É melhor responder agora antes que morras enquanto esperas pela minha resposta numa nova carta (que eu acho que não irei escrever porque em breve estarei no Brasil). Escrevi a tradução da letra da música de Louis Armstrong, "What A Wonderfull World". Sempre que eu penso na primavera, penso nesta música, logo foi a primeira ideia que eu tive e usei exatamente esta música no meu trabalho. Podia ter falado mal da primavera, como alguns colegas meus o fizeram, mas gosto da estação. Claro que é péssimo para quem tem as alergias primaveris por causa do pólen, mas eu não tenho razões de queixa da primavera.
Enfim... eu vou regressar ao Brasil em breve e, provavelmente, não terei tempo para te escrever mais. Comigo levarei algumas fotografias dos anos que passei em Portugal enquanto estive aqui a estudar. Talvez dentro de alguns anos possamos viajar as duas para este país maravilhoso.

Vemo-nos em breve, amiga.
A tua amiga brasileira descendente de portugueses,
Vanessa.

- Termina aqui o Desafio de Maio!
Em breve criarei um post com as quatro cartas que eu escrevi para este Desafio, tudo por ordem.

sábado, 20 de maio de 2017

Um Inverno Festivo

Informações:
- Para o Desafio de Maio;
- Título: Um Inverno Festivo


2 de Janeiro de 2014

Lisboa, Portugal


Hoje escrevo-te porque fiz uma pausa nos estudos devido à época festiva. Aí deve estar um calor insuportável. Aqui está um frio insuportável. Mas acho que vou habituar-me depressa a conviver com o frio nesta altura do ano. Acho que estar no inverno na altura do Natal é mágico, diferente do Brasil em que as pessoas passam a passagem do ano nas praias. Acho que em Portugal é tudo mais brilhante e diferente. Os noticiários passam notícias de que as crianças na Serra da Estrela estão a criar bonecos de neve. São brincadeiras que nunca pensei ver. No Brasil é completamente impossível ver isto acontecer.
Acho que é melhor ter inverno no Natal que o verão. Sabe melhor estar no calor dos cobertores e com pantufas numa noite de frio à espera pelo pai natal do que estar um calor infernal e estarmos na piscina de casa a ver se o "papai noel" vai chegar com os presentes.
Também tem mais uma coisa boa termos o inverno no Natal. Em Portugal, o ano letivo não termina em Dezembro, ou seja, se o ano escolar correr mal temos mais uns meses para melhorar, diferente do Brasil em que o estudante fica logo com o Natal completamente estragado.
Em Lisboa não costuma haver muita neve, mas, neste ano, parece que São Pedro pensou em mim e fez o cidade nevar (nem que fosse por um bocadinho). Gostavas de ter visto a minha cara! Parecia uma criança a ver neve pela primeira vez (não que fosse mentira)!
Claro que o inverno tem as suas desvantagens (não iria apenas falar-te das coisas boas, senão irias querer viver no hemisfério norte para sempre). Uns dias antes do Natal apanhei uma gripe em que tive que ficar de cama. Perdi algumas aulas, mas o melhor é que já estou como nova. Não te escrevi nessa altura a avisar porque até os olhos me doíam. Em Lisboa, as temperaturas rondavam menos de dez graus. Ainda hoje não subiram e não devem subir até à próxima semana. Está realmente muito frio.
Recebi no Natal um livro que faz todo o sentido ler nesta estação do ano. Tem o nome de "O Boneco de Neve" e é do autor norueguês Jo Nesbø. O livro é de policial e é passado na fria e pálida Noruega (deu para entender a semelhança, mesmo que a Noruega seja um país mais frio que Portugal). Ainda não comecei a lê-lo, mas pretendo fazê-lo em breve enquanto o inverno continua (se a faculdade me deixar).
E com isto me despeço porque tenho que estudar.
Até breve!

- Mais uma continuação das duas cartas anteriores que fiz para o Desafio deste mês. Vejam as datas para entenderem melhor!

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Oito anos de blogue (17/05/2009)

Olá, Pessoal!
Hoje venho aqui por um motivo muito especial. Hoje o blogue está a completar 8 anos.

Quem diria que eu chegaria até aqui, que hoje eu estaria a comemorar 8 anos de blogue, 8 anos que me dedico a isto.
Foram tantas conquistas, tantos projetos... um livro...
Estou muito feliz por tudo isso!
O blog depois de um tempo só cresceu e eu devo isso tudo a vocês, que estão sempre comigo que nunca me abandonam mesmo quando fico tempos e tempos desaparecida. Agradeço por nunca me abandonarem. 
O blogue só me trouxe coisas boas e amigos maravilhosos que estão sempre comigo.
Obrigada por tudo e espero que esses 8 anos se multipliquem por muitos e muitos outros anos.



Beijos.

sábado, 13 de maio de 2017

Desafio de Abril (Parte 1)

Olá, Pessoal!
Deixo aqui as minhas respostas para o Desafio de Abril da página Ficwriter Facts.

Créditos a Ficwriter Facts

O Desafio de Abril era sobre drabbles, aquelas histórias curtas com mínimo de 100 palavras e máximo de 200.

AVISO: Participei até ao último dia.

Dia 1: Cena de Romance

"Tinha marcado um jantar com o Afonso. Confesso que, enquanto olhava para ele discretamente, imaginava ser abraçada pelos seus masculinos braços, ser acariciada nos cabelos e ser agarrada pela cintura. Meu Deus! Eu estava atraída por ele. Eu sonhava com o Afonso, mas... eram apenas sonhos.- Gabriela? – A voz dele a chamar-me afastou-me dos meus pensamentos. Ele estava a olhar com um ar confuso.
- Desculpa.
No fim do jantar voltámos até ao carro dele onde ele levou-me a casa. Foi aí que eu fiz a pergunta que não calava na minha cabeça.
- Tens namorada?
- Não, Gabriela. Estás interessada? – Senti-me a ficar quente.
- Não. – Comecei a rir como uma idiota – Claro que não. – Ele também se riu.
- Claro que não?! Sou feio!
Mas o que raio estava a acontecer?! Dizer que estava atraída por ele na primeira saída iria parecer que era uma desesperada.
- Gostei do nosso jantar. – Falou ele, quando estacionou o carro. –Também fiquei interessado, mas deixamos isso para um segundo jantar.
Despedi-me dele com um beijo na bochecha sem dizer mais nada, mas tinha "viajado" completamente para o outro mundo."

- Este primeiro dia foi difícil e não sabia por onde começar. Acabei por me basear num projeto que estou a escrever de momento (não posso revelar pormenores).

Dia 2: Cena de Drama

"A Cátia estava a falar com a sua amiga Rafaela. Estavam a falar do Nuno que tinha terminado com ela para ficar com a Tânia. A Cátia já sabia que isso iria acontecer, mas não sabia que iria ser tão cedo. Mostrou uma arma à amiga assim como um teste de gravidez. A amiga ficou a olhar para ela à procura de uma explicação.- A arma veio do meu primo. Ele é um bandido. Eu não tenho medo de usar esta arma se for necessário.
A Rafaela ficou chocada.
- Isto está a ficar perigoso, Cátia. Foi o Nuno que quis ficar com a Tânia.
- Não. Ela também tem culpa no cartório.
A Rafaela olhou para o que estava na outra mão da amiga.
- E o teste de gravidez. É para quê?
A Cátia olhou para o teste e desabou a chorar.
- Eu estou grávida, Rafaela, estou grávida do Nuno."

- Este dia já foi bastante fácil de escrever. Tal como no dia 1, baseei-me num projeto que estou a escrever.

Dia 3: Cena de Comédia

"- Não acredito!
O grito de jovem tinha alcançado uma boa parte da escola. Toda a gente olhava para a loira. O que se teria passado?
- O que se passa?– Perguntou Fernanda, uma das amigas da loira.
- O meu irmão está ali! – A resposta dela causou um erguer de sobrancelhas aos restantes alunos. A loira aproximou-se do irmão.
- O que estás aqui a fazer?
O rapaz alto e com um cabelo meio aloirado olhou para ela de cima a baixo.
- Um grito. Bela forma de saudar um irmão! – A loira ignorou a ironia dele.
- O que é que estás aqui a fazer? Não tinhas reprovado?
- Por isso mesmo estou aqui. Foi a forma que os nossos pais acharam de me castigar. E olha que acertaram bem. Vou estar na mesma turma que tu.
O ar da jovem ficou ainda mais assustador. A loira estava apavorada. Os adolescentes não estavam preparados para uma segunda explosão de Benedita. Cada um foi para o seu lado."

- Este dia também foi bastante complicado e não sei se consegui fazer uma boa drabble. Enfim... Acho que este foi o pior dia.

Dia 4: Cena de Terror

"A Natália recebeu a chamada da Larissa a informar-lhe que o assassino deveria ser alguém da família da Matilde. A Natália saiu da sua casa, onde estava a trabalhar, a investigar os alunos um por um, para ir a casa da Larissa falar-lhe do que ela achava sobre o caso. Trocar impressões e ideias. A amiga ouviu todas as ideias da agente, atentamente.- Sabes que pode ser realmente alguém da família da Matilde a fazer isto e não um simples filme. Claro que a família dela pode ser um bando de psicopatas, mas não acredito que seja apenas isso. Um filme.
As suposições da Larissa ficaram na mente da agente.
- Sim, eu sei. Também não descartei a hipótese inicial. Todos os alunos que eu já investiguei não têm parentesco com a Matilde. Só pode ser um psicopata da família dela que se tornou obcecado pelo filme e tenta matar todos os alunos.
- Ou não é alguém da família da Matilde.
- Onde queres chegar?
- Talvez seja a própria Matilde.
- Como assim? Ela está morta.
- Exatamente isso. A própria Matilde."

- O melhor dia com que me deparei neste Desafio. Foi bastante fácil escrever esta drabble.

A Parte 2 será postada em breve!

A Emigrante

Informações:
- Para o Desafio de Maio;
- Título: A Emigrante.


20 de Setembro de 2013

Lisboa, Portugal

Já faz mais de um mês que estou em Portugal. Gosto do país, as pessoas são simpáticas, a educação é melhor que no Brasil... É mais exigente, é certo, mas é melhor!
Faz já alguns dias que comecei a estudar. A faculdade à primeira vista parece boa. Os colegas são simpáticos e têm me acolhido (eles já sabem que eu sou emigrante, na verdade sabem que sou descendente de portugueses).
Comecei a estudar em tempos mais frios já que aqui no país no mês de Setembro é outono, diferente do Brasil. A diferença é que no Brasil o aluno começa os estudos em Fevereiro, o que faz lembrar "novo ano, vida nova". Mas começar a estudar na altura do Carnaval também não é a melhor coisa! Mas para quem gosta desta época festiva, o Brasil é o pioneiro (Portugal não celebra o Carnaval e se celebrar faz as festividades igual ao Brasil, samba e carros alegóricos).
Começar os estudos no outono é bom para mim, porque o estudante começa as aulas saindo do verão, ou seja, acabam os festivais, não há feriados nem dá para pensar no Natal ou na passagem do ano. Diferente do que acontece no Brasil. Aliás, a próxima época festival em Portugal é só mesmo em Dezembro com o Natal.
Além disso, nunca gostei do verão. Nunca deveria ter nascido no Brasil. Mas isso já todos os que me conhecem sabem!
O outono é a minha estação do ano preferida e as razões são várias. O outono faz-me lembrar a cor castanha (uma cor que eu gosto), e, logo de seguida, castanhas, que é algo que se vende muito em Portugal nesta altura do ano. Além disso, gosto de pisar as folhas secas que caem nas ruas. O som do estalar, das folhas a rasgarem-se é música para os meus ouvidos.
Sem falar das roupas quentes. Os casacos, as pantufas, coisas quentinhas para aquecer. As roupas para o outono/inverno são as minhas favoritas.
Enfim... já deu para entender o quanto eu gosto do outono.
Voltarei a escrever em breve (se/enquanto a faculdade me deixar)...

Até breve!


- Antes de terminar o post, avisei que era provável que o texto que fiz para o verão tivesse "continuação". Ora bem, aqui está a continuação. Todas estas cartas têm principio, meio e fim.

P.S - Caso não tenham entendido a "continuação" entre a "carta do desafio do verão" e a "carta do desafio do outono" leiam as datas!

domingo, 7 de maio de 2017

Um verão (nem sempre) bonito

Informações:
- Para o Desafio de Maio;
- Título: Um verão (nem sempre) bonito.


10 de Agosto de 2015
Lisboa, Portugal


Como sabes, nunca gostei do verão. A única coisa boa são as músicas mexidas que são criadas nesta estação do ano. Também não gosto dos festivais, do calor, do suor e, principalmente, dos insetos.
Ter namorado nesta época do ano nunca é o desejado. Consegues captar mais o suor dele que o cheiro do seu perfume. A coisa boa é que és capaz de ter um amor para toda a vida. Acabas por conhecer o pior lado dele, se não gostares de sentir o cheiro do suor. A verdade é que nós próprias também não parecemos uma Gisele Bündchen quando chega o verão. O que também pode ser bom (ou não). 
Tive num festival que ocorre em Agosto e acampar lá foi o pior dos meus problemas. Insetos durante a noite. Nenhum deles a deixar-me dormir. Sabes que o ano passado foi horrível para mim. Tive que andar de repelente na mão todas as noites enquanto os insetos me mordiam em qualquer parte descoberta do meu corpo. E esse sacrifício nem sequer valeu a pena. Fiquei completa de picadas durante o verão inteiro e ainda cheguei ao outono com marcas.
A coisa boa do festival (e foi realmente a única) foi ver os meus ídolos a atuar. Ouvir música mexida e conhecida, como a música do Chris Brown, Five More Hours. O vídeo dessa música (coincidência) falava de um festival nos Estados Unidos.
E esqueci-me de referir um pormenor: não gosto de praia. Acho que deveria melhor dizer que não sou pessoa de viver no verão.
E, para dizer a verdade, não entendo as pessoas que gostam do verão. Gostam de se sentir com calor? Gostam de ouvir insetos a rondar? Gostam de suar?
Agora que lembro de suar, talvez no verão seja mais fácil perder peso. A pessoa só a andar já soa. Afinal, até tem mais alguma coisa que me cativa no verão, além das músicas.

Enfim... com tudo isto me despeço nesta carta, esperando pela chegada do meu bonito outono.

Até breve!


Antes de terminar este post posso dizer que é provável que isto tenha principio, meio e fim, ou seja, que isto faça uma lista de cartas para alguém. Mas ainda é uma possibilidade... depende da estação que vier em seguida.